sábado, 19 de novembro de 2016
União Europeia não renova contrato com Moçambique
Moçambique deixará de ter “facilidades” na exportação de açúcar para o mercado da União Europeia (UE) já a partir de 2017, na sequência da não renovação do acordo comercial da iniciativa “Tudo Menos Armas” (EBA, sigla em inglês).O Centro de Promoção da Agricultura
(CEPAGRI) não avança as razões por detrás dessa não renovação do contrato com a UE, adiantando apenas que “o país tem alternativas para vender o açúcar”.
Ao abrigo da iniciativa EBA, Moçambique beneficia-se de acesso ilimitado (livre de impostos) ao mercado da UE desde 2009, resultante de uma série de reformas do regime açucareiro na Europa, que tem como consequência a redução dos preços de açúcar exportado para aquele mercado em 33%. Estas reformas resultam de uma decisão da Organização Mundial de Comércio sobre os aspectos incompatíveis do regime comunitário de açúcar com os compromissos e as regras internacionais do comércio.
Nesse âmbito, a União Europeia estabeleceu medidas de acompanhamento das reformas baseadas num financiamento a todos os países membros do protocolo.
Neste pacote, o Correio da manhã soube que Moçambique já beneficiou de 6,5 milhões de euros para melhorar a competitividade das indústrias açucareiras com condições de sobreviver no novo ambiente de mercado.Com o fim da iniciativa EBA, a Moçambique só resta o protocolo dos países da África, Caribe e Pacífico (ACP) com a União Europeia, um acordo interino entre os membros para a facilitação das exportações de açúcar.
Ao contrário da EBA, que não estabelece quotas, o protocolo ACP/UE tem algumas restrições, pois concede a estes países um direito de exportar açúcar para o mercado europeu num volume mínimo de cerca de 1,3 milhão de toneladas por ano, valores que Moçambique não consegue alcançá-los (a média das exportações do país não é superior a 400 mil toneladas).De referir que a perda destes mercados surge numa altura em que o Governo moçambicano tem feito enormes investimentos para reabilitar as quatro fábricas de açúcar (Marromeu Mafambisse, Xinavane e Maragra) no valor de cerca de USD 300 milhões.
(CEPAGRI) não avança as razões por detrás dessa não renovação do contrato com a UE, adiantando apenas que “o país tem alternativas para vender o açúcar”.
Ao abrigo da iniciativa EBA, Moçambique beneficia-se de acesso ilimitado (livre de impostos) ao mercado da UE desde 2009, resultante de uma série de reformas do regime açucareiro na Europa, que tem como consequência a redução dos preços de açúcar exportado para aquele mercado em 33%. Estas reformas resultam de uma decisão da Organização Mundial de Comércio sobre os aspectos incompatíveis do regime comunitário de açúcar com os compromissos e as regras internacionais do comércio.
Nesse âmbito, a União Europeia estabeleceu medidas de acompanhamento das reformas baseadas num financiamento a todos os países membros do protocolo.
Neste pacote, o Correio da manhã soube que Moçambique já beneficiou de 6,5 milhões de euros para melhorar a competitividade das indústrias açucareiras com condições de sobreviver no novo ambiente de mercado.Com o fim da iniciativa EBA, a Moçambique só resta o protocolo dos países da África, Caribe e Pacífico (ACP) com a União Europeia, um acordo interino entre os membros para a facilitação das exportações de açúcar.
Ao contrário da EBA, que não estabelece quotas, o protocolo ACP/UE tem algumas restrições, pois concede a estes países um direito de exportar açúcar para o mercado europeu num volume mínimo de cerca de 1,3 milhão de toneladas por ano, valores que Moçambique não consegue alcançá-los (a média das exportações do país não é superior a 400 mil toneladas).De referir que a perda destes mercados surge numa altura em que o Governo moçambicano tem feito enormes investimentos para reabilitar as quatro fábricas de açúcar (Marromeu Mafambisse, Xinavane e Maragra) no valor de cerca de USD 300 milhões.
domingo, 14 de agosto de 2016
Feira Internacional de Maputo, Moçambique, decorre de 29 de Agosto a 4 de Setembro
Vinte e nove países e regiões estão já inscritos para participarem na 52.ª edição da Feira Internacional de Maputo (FACIM-2016), a decorrer de 29 de Agosto a 4 de Setembro, em Ricatla, província de Maputo, informou a entidade organizadora.
O Instituto de Promoção das Exportações (Ipex) adiantou estarem já inscritas empresas de Portugal, África do Sul, Itália, Zâmbia, Zimbabué, Alemanha, Brasil, Itália, França, Angola, Macau, Indonésia, Países Baixos, Emirados Árabes Unidos, Irlanda, Tailândia, Suazilândia, Botsuana, Tanzânia, Malaui, Reino Unido, Bielorrússia, Sudão do Norte, Suécia, Finlândia, Noruega, Dinamarca e Islândia, além do país anfitrião.
Uma fonte do Ipex, citada pelo jornal Notícias, de Maputo, adiantou que o número de países e regiões presentes na edição deste ano da principal feira comercial de Moçambique deverá vir ainda a aumentar, tendo em atenção que a edição de 2015 contou com a presença de 30.
De Moçambique estavam inscritas até ao final da semana passada 3780 empresas e do estrangeiro havia o registo de 630 empresas, ainda de acordo com a entidade organizadora.
A Feira Internacional de Maputo vai contar este ano com 12 pavilhões, estando pelo menos quatro reservados para os países e expositores estrangeiros.
Fonte: Macauhub
O Instituto de Promoção das Exportações (Ipex) adiantou estarem já inscritas empresas de Portugal, África do Sul, Itália, Zâmbia, Zimbabué, Alemanha, Brasil, Itália, França, Angola, Macau, Indonésia, Países Baixos, Emirados Árabes Unidos, Irlanda, Tailândia, Suazilândia, Botsuana, Tanzânia, Malaui, Reino Unido, Bielorrússia, Sudão do Norte, Suécia, Finlândia, Noruega, Dinamarca e Islândia, além do país anfitrião.
Uma fonte do Ipex, citada pelo jornal Notícias, de Maputo, adiantou que o número de países e regiões presentes na edição deste ano da principal feira comercial de Moçambique deverá vir ainda a aumentar, tendo em atenção que a edição de 2015 contou com a presença de 30.
De Moçambique estavam inscritas até ao final da semana passada 3780 empresas e do estrangeiro havia o registo de 630 empresas, ainda de acordo com a entidade organizadora.
A Feira Internacional de Maputo vai contar este ano com 12 pavilhões, estando pelo menos quatro reservados para os países e expositores estrangeiros.
Fonte: Macauhub
Energia é a “luz ao fundo do túnel” para a economia de Moçambique
O sector energético, com importantes projectos em lançamento envolvendo empresas chinesas, oferece a Moçambique as melhores perspectivas para ultrapassar o período económico adverso que atravessa, de acordo com analistas.
Um dos projectos recentemente lançados é o da construção de uma central eléctrica a carvão, envolvendo a Shanghai Electric Power e a Ncondezi Energy, num investimento de 25,5 milhões de dólares na província de Tete, para onde está já planeada uma outra termoeléctrica, projecto envolvendo os governos de Moçambique e da Zâmbia.
No seu mais recente relatório sobre Moçambique, a agência de notação de risco Standard & Poor´s alerta para as actuais dificuldades económicas e financeiras, estimando um crescimento do PIB real de apenas 4% este ano, um dos mais baixos das últimas décadas, mas prevê que acelere para 6% em 2017 e 7% em 2018, com investimentos no sector do gás em alta, juntamente com investimentos em redes de energia e transportes.
A construção da maior parte das linhas de caminho-de-ferro que ligam os portos do centro e norte do país a novos depósitos de carvão deve sustentar o aumento da produção carbonífera em 2016/2019, ”desde que os preços internacionais do carvão recuperem dos baixos níveis actuais”, afirma.
Mais importante ainda, a S&P crê que o governo e parceiros estrangeiros (para a exploração das reservas de gás natural liquefeito, ENI e Anadarko Petroleum) vão concluir as negociações sobre o quadro do investimento este ano” permitindo o início da construção de instalações em 2017/2018.
Para a Economist Intelligence Unit, o investimento estrangeiro manter-se-á reduzido a curto prazo, mas deverá recuperar lentamente para lá de 2017”, se o governo “tomar medidas suficientes para restabelecer o programa do FMI, o que “será um sinal crucial para os investidores de que as autoridades estão a responder à crise económica.”
A privatização de activos deverá “atrair algum investimento, enquanto a aplicação de capitais na indústria do gás poderá recuperar a médio prazo”, adianta, mas, “perante a procura global lenta das principais exportações de Moçambique, não haverá promessa de retornos elevados para atrair investidores, tendo o governo de acelerar esforços para melhorar o clima de negócios.”
A China deverá assumir-se como um dos principais clientes do gás natural de Moçambique, onde já tem estado a assegurar a sua presença, tendo a China National Offshore Oil Corp obtido o primeiro contracto de longo prazo, prevendo a compra anual de entre 2 milhões e 2,5 milhões de toneladas de gás, um quarto da capacidade de produção da primeira unidade de liquefacção associada à Área 1 da bacia do Rovuma, cuja exploração é liderada pela Anadarko Petroleum.
O interesse de petrolíferas chinesas no gás natural de Moçambique tinha já resultado na compra pela Sinopec à petrolífera italiana ENI de uma participação de 20% na Área 4, vizinha da explorada pela Anadarko Petroleum, por 4,2 mil milhões de dólares.
Segundo o Standard Bank a exportação de gás natural renderá inicialmente 67 mil milhões de dólares a Moçambique e, com seis unidades de liquefacção em funcionamento, o rendimento aumentará para 212 mil milhões de dólares.
Espera-se nos próximos meses a decisão final de investimento da ENI no projecto de Moçambique, bem como a da Anadarko Petroleum, que deverão envolver a participação também da ExxonMobil e da Qatar Petroleum, segundo noticiou recentemente a Reuters.
A ENI prevê assegurar um financiamento de 11 mil milhões de dólares, vendendo uma participação de 20% no poço “Mamba” à ExxonMobil, negócio que pode representar um encaixe de 1300 milhões de dólares para o fisco moçambicano – o equivalente às dívidas “ocultas”, cuja descoberta resultou no cancelamento de apoio do FMI e de outros parceiros.
Anunciado em Março, o gasoduto de 2600 quilómetros Rovuma/Gauteng terá o estudo de viabilidade a cargo da China Petroleum Pipeline Bureau (grupo China National Petroleum Corp, accionista na Área 4 da bacia do Rovuma) e, uma vez tomada a decisão de investimento, 70% do financiamento estará a cargo de instituições financeiras chinesas.
Para Aubrey Hruby, do Atlantic Council Africa Center, o envolvimento chinês faz com que o projecto seja ganhador para três partes.
“É um ganho para a China porque os empreiteiros chineses ficam com o negócio, é um ganho para a África do Sul e para Moçambique porque asseguram o gás de que precisam e é um ganho para o Zimbabué e para a Zâmbia porque também precisam de energia”, afirmou a analista, citada pela Interfax.
Fonte: Macauhub
Um dos projectos recentemente lançados é o da construção de uma central eléctrica a carvão, envolvendo a Shanghai Electric Power e a Ncondezi Energy, num investimento de 25,5 milhões de dólares na província de Tete, para onde está já planeada uma outra termoeléctrica, projecto envolvendo os governos de Moçambique e da Zâmbia.
No seu mais recente relatório sobre Moçambique, a agência de notação de risco Standard & Poor´s alerta para as actuais dificuldades económicas e financeiras, estimando um crescimento do PIB real de apenas 4% este ano, um dos mais baixos das últimas décadas, mas prevê que acelere para 6% em 2017 e 7% em 2018, com investimentos no sector do gás em alta, juntamente com investimentos em redes de energia e transportes.
A construção da maior parte das linhas de caminho-de-ferro que ligam os portos do centro e norte do país a novos depósitos de carvão deve sustentar o aumento da produção carbonífera em 2016/2019, ”desde que os preços internacionais do carvão recuperem dos baixos níveis actuais”, afirma.
Mais importante ainda, a S&P crê que o governo e parceiros estrangeiros (para a exploração das reservas de gás natural liquefeito, ENI e Anadarko Petroleum) vão concluir as negociações sobre o quadro do investimento este ano” permitindo o início da construção de instalações em 2017/2018.
Para a Economist Intelligence Unit, o investimento estrangeiro manter-se-á reduzido a curto prazo, mas deverá recuperar lentamente para lá de 2017”, se o governo “tomar medidas suficientes para restabelecer o programa do FMI, o que “será um sinal crucial para os investidores de que as autoridades estão a responder à crise económica.”
A privatização de activos deverá “atrair algum investimento, enquanto a aplicação de capitais na indústria do gás poderá recuperar a médio prazo”, adianta, mas, “perante a procura global lenta das principais exportações de Moçambique, não haverá promessa de retornos elevados para atrair investidores, tendo o governo de acelerar esforços para melhorar o clima de negócios.”
A China deverá assumir-se como um dos principais clientes do gás natural de Moçambique, onde já tem estado a assegurar a sua presença, tendo a China National Offshore Oil Corp obtido o primeiro contracto de longo prazo, prevendo a compra anual de entre 2 milhões e 2,5 milhões de toneladas de gás, um quarto da capacidade de produção da primeira unidade de liquefacção associada à Área 1 da bacia do Rovuma, cuja exploração é liderada pela Anadarko Petroleum.
O interesse de petrolíferas chinesas no gás natural de Moçambique tinha já resultado na compra pela Sinopec à petrolífera italiana ENI de uma participação de 20% na Área 4, vizinha da explorada pela Anadarko Petroleum, por 4,2 mil milhões de dólares.
Segundo o Standard Bank a exportação de gás natural renderá inicialmente 67 mil milhões de dólares a Moçambique e, com seis unidades de liquefacção em funcionamento, o rendimento aumentará para 212 mil milhões de dólares.
Espera-se nos próximos meses a decisão final de investimento da ENI no projecto de Moçambique, bem como a da Anadarko Petroleum, que deverão envolver a participação também da ExxonMobil e da Qatar Petroleum, segundo noticiou recentemente a Reuters.
A ENI prevê assegurar um financiamento de 11 mil milhões de dólares, vendendo uma participação de 20% no poço “Mamba” à ExxonMobil, negócio que pode representar um encaixe de 1300 milhões de dólares para o fisco moçambicano – o equivalente às dívidas “ocultas”, cuja descoberta resultou no cancelamento de apoio do FMI e de outros parceiros.
Anunciado em Março, o gasoduto de 2600 quilómetros Rovuma/Gauteng terá o estudo de viabilidade a cargo da China Petroleum Pipeline Bureau (grupo China National Petroleum Corp, accionista na Área 4 da bacia do Rovuma) e, uma vez tomada a decisão de investimento, 70% do financiamento estará a cargo de instituições financeiras chinesas.
Para Aubrey Hruby, do Atlantic Council Africa Center, o envolvimento chinês faz com que o projecto seja ganhador para três partes.
“É um ganho para a China porque os empreiteiros chineses ficam com o negócio, é um ganho para a África do Sul e para Moçambique porque asseguram o gás de que precisam e é um ganho para o Zimbabué e para a Zâmbia porque também precisam de energia”, afirmou a analista, citada pela Interfax.
Fonte: Macauhub
Consórcio chinês constrói aeroporto em Gaza, Moçambique
O grupo chinês Anhui Foreign Economic Construction (Group) Co., Ltd., associado à empresa moçambicana de capitais chineses Sogecoa Lda. (Moçambique), foi contratado pelo governo de Moçambique para construir o futuro aeroporto da província de Gaza, escreveu o jornal Notícias, de Maputo.
O matutino citou dados divulgados numa reunião do Ministério dos Transportes e Comunicações, recentemente realizada em Maputo, para afirmar que o futuro aeroporto de Gaza, com um custo estimado em 50 milhões de dólares, será dotado de terminais de passageiros e de carga, podendo receber aparelhos do tipo Q-400, um avião turbo hélice do fabricante canadiano Bombardier.
Responsáveis do ministério afirmaram nesse encontro ter o processo de negociação do contracto de adjudicação da obra sido concluído há dias e adiantaram que a construção do aeroporto é encarada como estratégica, dado haver expectativas de que a infra-estrutura funcione como catalisador para o desenvolvimento rápido da província, nomeadamente através da promoção do turismo.
Nesse mesmo encontro foi anunciado para Dezembro próximo a conclusão das obras de modernização da pista do aeroporto internacional de Maputo, estando em 70% a taxa de execução dos trabalhos, que incluem a colocação de um novo sistema de iluminação da pista e de condutas para o abastecimento de combustível aos aviões.
Fonte: Macauhub
O matutino citou dados divulgados numa reunião do Ministério dos Transportes e Comunicações, recentemente realizada em Maputo, para afirmar que o futuro aeroporto de Gaza, com um custo estimado em 50 milhões de dólares, será dotado de terminais de passageiros e de carga, podendo receber aparelhos do tipo Q-400, um avião turbo hélice do fabricante canadiano Bombardier.
Responsáveis do ministério afirmaram nesse encontro ter o processo de negociação do contracto de adjudicação da obra sido concluído há dias e adiantaram que a construção do aeroporto é encarada como estratégica, dado haver expectativas de que a infra-estrutura funcione como catalisador para o desenvolvimento rápido da província, nomeadamente através da promoção do turismo.
Nesse mesmo encontro foi anunciado para Dezembro próximo a conclusão das obras de modernização da pista do aeroporto internacional de Maputo, estando em 70% a taxa de execução dos trabalhos, que incluem a colocação de um novo sistema de iluminação da pista e de condutas para o abastecimento de combustível aos aviões.
Fonte: Macauhub
Cubano faz charuto de 90 metros para celebrar aniversário de Fidel Castro
Fidel Castro, ex-presidente da ilha caribenha “ El Comandante”, completou ontem 13/08 90 anos
Um cubano resolveu produzir com as próprias mãos um presente bastante inusitado para o ex-presidente da ilha caribenha, Fidel Castro, que completa, este sábado, 90 anos.
José Castelar, (Cueto) que fez o charuto de 90 metros de comprimento, nunca conheceu o irmão do actual presidente, Raúl Castro, que deixou o poder há uma década.
Há dez dias, ele trabalhava mais de 12 horas por dia para terminar a obra com a ajuda de um grupo de colaboradores. Cueto espera desta vez alcançar seu sexto recorde no Guinness, após ter começado a produzir charutos aos 14 anos.
O charuto tem 90 metros, em comemoração aos 90 anos do nosso comandante — declarou. — O tabaco cubano é o melhor do mundo e o melhor tabaco deve estar aqui para fazer honra a isso.
O cubano diz que não sabe se o ex-presidente conhece a sua iniciativa. Em 2011, Cueto produziu o seu maior charuto, com 81,8 metros. Castro deixou de fumar há 30 anos.
Entretanto, O líder norte-coreano Kim Jong-un enviou um presente ao ex-presidente cubano Fidel Castro, que hoje celebra o seu 90º aniversário, segundo fontes oficiais.
A oferta de Kim foi entregue pelo vice-presidente do Comité de Estado da República Popular Democrática da Coreia (RPDC), Choe Ryong Hae, ao vice-presidente do Conselho de Estado da Ilha, Salvador Valdés Mesa, durante uma reunião, esta sexta-feira, em Havana.
Choe Ryong Hae, que se encontra numa visita de trabalho em Cuba, abordou com Valdés Mesa “os fraternais laços de amizade e cooperação entre os dois governos, povos e partidos”.
Um cubano resolveu produzir com as próprias mãos um presente bastante inusitado para o ex-presidente da ilha caribenha, Fidel Castro, que completa, este sábado, 90 anos.
José Castelar, (Cueto) que fez o charuto de 90 metros de comprimento, nunca conheceu o irmão do actual presidente, Raúl Castro, que deixou o poder há uma década.
Há dez dias, ele trabalhava mais de 12 horas por dia para terminar a obra com a ajuda de um grupo de colaboradores. Cueto espera desta vez alcançar seu sexto recorde no Guinness, após ter começado a produzir charutos aos 14 anos.
O charuto tem 90 metros, em comemoração aos 90 anos do nosso comandante — declarou. — O tabaco cubano é o melhor do mundo e o melhor tabaco deve estar aqui para fazer honra a isso.
O cubano diz que não sabe se o ex-presidente conhece a sua iniciativa. Em 2011, Cueto produziu o seu maior charuto, com 81,8 metros. Castro deixou de fumar há 30 anos.
Entretanto, O líder norte-coreano Kim Jong-un enviou um presente ao ex-presidente cubano Fidel Castro, que hoje celebra o seu 90º aniversário, segundo fontes oficiais.
A oferta de Kim foi entregue pelo vice-presidente do Comité de Estado da República Popular Democrática da Coreia (RPDC), Choe Ryong Hae, ao vice-presidente do Conselho de Estado da Ilha, Salvador Valdés Mesa, durante uma reunião, esta sexta-feira, em Havana.
Choe Ryong Hae, que se encontra numa visita de trabalho em Cuba, abordou com Valdés Mesa “os fraternais laços de amizade e cooperação entre os dois governos, povos e partidos”.
Censo animal de 2014 indica que Moçambique perdeu metade da sua população de elefantes
A Administração Nacional das Áreas de Conservação, ANAC, não consegue responder a demanda de fiscalização das reservas nacionais devido ao insuficiente número de fiscais no país.
A informação foi avançada, ests segunda-feira, em Maputo, pelo Chefe do Departamento de Fiscalização da ANAC, Carlos Pereira, que falava em entrevista à Rádio Moçambique.
Pereira afirma que, no país, só existem cerca de setecentos fiscais público-permanentes, para vigiar um total de doze reservas com grandes extensões geográficas.
Em consequência, os caçadores furtivos abateram, pelo menos, dez elefantes e três rinocerontes, no primeiro semestre deste ano. No período em alusão, foram detidos vinte e nove traficantes internacionais de marfim e cornos de rinocerontes.
A venda ilegal do marfim e cornos de rinocerontes continua a ser a principal razão para o abate furtivo de espécies como elefante e rinocerontes no país.
O censo animal de 2014 indica que Moçambique perdeu metade da sua população de elefantes, estando, actualmente, situada em mais de dez mil.
A informação foi avançada, ests segunda-feira, em Maputo, pelo Chefe do Departamento de Fiscalização da ANAC, Carlos Pereira, que falava em entrevista à Rádio Moçambique.
Pereira afirma que, no país, só existem cerca de setecentos fiscais público-permanentes, para vigiar um total de doze reservas com grandes extensões geográficas.
Em consequência, os caçadores furtivos abateram, pelo menos, dez elefantes e três rinocerontes, no primeiro semestre deste ano. No período em alusão, foram detidos vinte e nove traficantes internacionais de marfim e cornos de rinocerontes.
A venda ilegal do marfim e cornos de rinocerontes continua a ser a principal razão para o abate furtivo de espécies como elefante e rinocerontes no país.
O censo animal de 2014 indica que Moçambique perdeu metade da sua população de elefantes, estando, actualmente, situada em mais de dez mil.












